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quarta-feira, 8 de junho de 2016
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Palestras de Gustavo Celedón Borquez
Gustavo Celedón Bórquez é bolsista de produtividade em Humanidades, Artes e Ciências Sociais da Universidad de Valparaíso (Chile); pesquisador associado ao Departamento de Filosofia da Universidade de Paris 8 (França).
Resumos das palestras:
A monstruosidade no cinema. O medo, o duelo e o real
Organização: Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da PUC-RioData: segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Horário: 15hs
Local: PUC-Rio, Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea, Edificio Kennedy, sala K 102.
Monstros de todo tipo surgiram na história do cinema. Para além, contudo, da ficção propriamente dita, o importante para nós será discernir os olhares que esse cinema exerce sobre os monstros que cria. Um desses olhares nos fala do medo. Não daquele que se quer dar no espectador, mas o medo próprio do olhar cinéfilo. Nesse sentido, o cinema de mostros pode ser perfeitamente compreendido como um aparato político de olhares. É o cinema que, olhando seus monstros, pretende controlar seus próprios temores, vigiando-os, filmando-os e decidindo sobre a continuidade e descontinuidade de seu acontecer. Com isso quer-se dizer que o cinema de monstros é um duelo, no sentido freudiano, do cinema ele mesmo com seus medos e ameaças, reflexo e ao mesmo tempo paradigma da estrutura política que governa nossa atualidade. De alguma maneira, cada monstro do cinema é todos os monstros, uma abstração figurativa de um medo cujo objeto é múltiplo e difuso. Projetar um monstro no cinema é, para um cinema de caráter hollywoodiano, controlar pela figuração a imaginação, o desejo (diseño) e a espetacularidade, algo cuja verdadeira monstruosidade é precisamente fugir da figuração, da imaginação, do diseño e do espetáculo. Poder-se-ia compreendê-lo, ainda que nos distanciando, a partir da noção lacaniana do Real.
Link para o vídeo da palestra (Realização: PUC-Riodigital).
Estética política do som: Badiou – Rancière – Stiegler
Organização: NuFFC (Núcleo de Filosofia Francesa Contemporânea/ Programa de Pós-graduação em Filosofia da UFRJ/ IFCS)Data: terça-feira, 4 de novembro de 2014
Horário: 15hs
Local: IFCS, Largo do São Francisco s/n, 3º andar, sala Celso Lemos
As artes músico-experimentais dos seculos XX e XXI puderam desenvolver um pensamento do som. Este pensamento vincula-se ao que Edgard Varèse chamou de liberação do som e que nós chamaremos, variando minimamente, a emancipação do som. Esta emancipação é também, de alguma maneira, uma emancipação do pensamento. Pois se a filosofia ocidental manteve-se sempre no paradigma platônico, então permaneceu no predomínio da imagen sobre os demais elementos sensíveis. A emancipação do som implica, para uma aproximação filosófica, refletir criticamente e, na medida do possível, revolucionar a partilha dos sentidos que situa a imagen como o pensamento sensível que ordena o pensamento. Nesse sentido, emancipar o som, tal como quiseram algumas experimentações sonoras, consiste em empurrar a filosofia, na necessidade de recorrer a pensamentos que se originam fora de sua suposta jurisdição – nas artes, por exemplo – a se desenvolver de uma maneira muito distinta dos desígnios do olho, da visã, do visto, o eidos, a Ideia. O visível não esgota o campo do sensível, do perceptivo.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Minicurso « Aspectos da confiança »
Prof. Hubert Vincent, Université de Rouen
Organização do NuFFC (Núcleo de Filosofia Francesa Contemporânea) e do PPGF-UFRJ
Dias 08, 09 e 10 de setembro de 2014, às 17h.
Sala Celso Lemos, no IFCS (Largo do São Francisco s/n, 3º andar)
Organização do NuFFC (Núcleo de Filosofia Francesa Contemporânea) e do PPGF-UFRJ
Dias 08, 09 e 10 de setembro de 2014, às 17h.
Sala Celso Lemos, no IFCS (Largo do São Francisco s/n, 3º andar)
Programa
Dia 08
I – Confiança e relações pessoais. 1- O que é a docilidade? 2- Significação e valor do prazer frente à presença do outro.
Dia 09
II- Confiança, obra e atividade. 1 – O modelo clássico de obrar. 2- A noção de atividade, hoje.
Dia 10
III – Saber e relação ao saber, hoje. 1- A crítica da certeza. 2- Relação ao saber e transmissão.
Não é necessária inscrição.
O minicurso é gratuito e terá tradução consecutiva em português.
Agradecemos a ajuda na divulgação deste evento em suas redes e listas.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Videos e fotos do Colóquio
Na barra lateral (à direita) há um link para fotos do Colóquio e, por meio dos links abaixo, vc pode assistir às palestras e mesas realizadas na PUC-Rio pela TV PUC-Rio/Projeto Comunicar.
Créditos: Mesa de corte, Mesa de áudio e Operador de VT: Pablo Molina; Produção: Camila Gomes, Caroline Brizon, Gisele Ferreira e Juliana Ludolf.
Fonte: Portal PUC-Rio Digital/ CTAV
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Programação
PUC – dia 2 de dezembro – auditório K 102, edifícioKennedy
mesa 1 (9h00):
Paulo Cesar Duque Estrada (PUC-Rio), Filipe Ceppas (UFRJ) e Claudia Murta (UFES)
mesa 2 (11h00):
Rodrigo Nunes (PUC-Rio), Susana Villavicencio (Universidade de Buenos Aires), Leonardo Maia (UFRJ)
mesa 3 (15h00):
André Barros (UFRJ), Louise Ferté (Universidade de Saint-Étienne), Elida Ferreira (UESC)
mesa 4 (17h00):
André Stock (PUC-Rio), Fernando Padrão de Figueiredo (PPGF-UFRJ), Marcelo José
Derzi Moraes (PPGF-UFRJ), Vladimir Moreira Lima Ribeiro (PPGF-UFRJ)
UFRJ, dia 3 de dezembro – IFCS, Salão Nobre
mesa 5 (9h00):
Camila Moura Pinto (PUC-Rio), Erondina Santos de Araujo (UERJ), Flávio José de Carvalho (UFCG), Rosemary Barbeito Pais (PUC-Rio)
mesa 6 (9h00):
[sala Celso Lemos] AdrianoNegris (UERJ), Alyne de Castro Costa (PUC-Rio), Juliana Fausto (PUC-Rio), Sarah Moura (UFRJ)
mesa 7 (11h00):
Carlos Ruiz (Universidade do Chile), Laurence Cornu (Tours), Norman Madarazs (PUC-RS)
mesa 8 (15h00):
Aurore Jacquard (Paris 8), Paulo Oneto (ECO-UFRJ), Gustavo Chataignier (PUC-Rio)
mesa 9 (17h00):
Patrice Vermeren (Paris 8), Ricardo Viscardi (Universidade da República, Uruguai), Walter Kohan (UERJ)
Link para o caderno de resumos aqui.
Link para o caderno de resumos aqui.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Colóquio Internacional Educação, Ética e Política na Contemporaneidade
PUC-Rio / UFRJ
2 e 3 de dezembro de 2013
É com satisfação que anunciamos o colóquio internacional Educação, Ética e Política na Contemporaneidade.
O Colóquio contará com mesas de comunicações de pós-graduandos
Os interessados devem enviar propostas de comunicação até dia 15 de outubro de 2013 (terça-feira) para o endereço: coloquio.nuffc2013@gmail.com
As propostas devem conter:
• título
• resumo (com no máximo 1500 caracteres), com até cinco palavras-chave.
• titulação e filiação institucional.
As comunicações serão de 20 minutos cada. As inscrições são gratuitas e haverá emissão de certificados.
Trata-se iniciativa do NuFFC (Núcleo de filosofia francesa contemporânea/PPGF-UFRJ)
com apoio da PUC-Rio, UFRJ, Maison de France e Delegação para o Cone sul e o Brasil do Ministério das Relações Exteriores.
O Colóquio contará com a participação de:
Patrice Vermeren ("key speaker", diretor do departamento de filosofia de Paris 8), Susana Villacicencio (UBA), Ricardo Viscardi (UDELAR), Claudia Murta (UFES), Laurence Cornu (Tours), Carlos Ruiz-Schneider (Universidade do Chile), Ricardo Espinoza (PUCV), Pamela Soto (PUCV), Aurore Jacquard (Paris 8), Lousie Ferté (Paris 8), Paulo Cesar Duque-Estrada (PUC-Rio), Walter Kohan (UERJ), Leonardo Maia (UFRJ), Gustavo Chataignier (PUC-Rio), Rodrigo Nunes (PUC-Rio), Filipe Ceppas (UFRJ), Rafael Haddock-Lobo (UFRJ), Norman Madarazs (PUC-RS).
Comissão Organizadora
Filipe Ceppas (Faculdade de Educação-UFRJ e PPGF/UFRJ)
Gustavo Chataignier Gadelha (Departamento de Comunicação/ PUC-Rio; pesquisador associado do Departamento de Filosofia de Paris 8)
Leonardo Maia (Faculdade de Educação-UFRJ)
Em um momento onde o tempo se insinua com rupturas (sem contudo evidenciar uma forma de continuidade) em relação à ordem estabelecida, a relação entre ética, política e educação se dá a pensar. Não tanto enquanto um “objeto”, mas como uma interpelação – e vital. O pensamento francês desempenha um papel central no que concerne às questões contemporâneas da integração de diferenças culturais (a filosofia da diferença), bem como no que diz respeito às questões políticas daí decorrentes (a ideia de uma democracia sempre porvir). Se os contextos histórico e político impõem reconfigurações relativas ao poder instituído, a filosofia, por seu turno, trabalha há muito na crítica do princípio identitário. Suas “regras” não são construídas senão ao ritmo de encontros. Tal assertiva dirige um apelo renovado à ética. Primeiramente, a ética se demonstra necessária, talvez mais do que nunca, posto que não se resume em afirmar a contingência das experiências – mas, em um só tempo, também procura abrir a filosofia ela mesma ao devir. Em segundo lugar, a educação atravessa a filosofia como capacidade de se legar ao outro, o que torna efetiva a marca da ética. É, portanto, legítimo questionar-se a respeito do papel da educação na desnaturalização do tempo presente, em nome da experiência do outro e com o outro. Finalmente, que se pense, relativamente às questões de ordem pedagógica, por exemplo, nos esforços, sempre tensos, de universalização do acesso ao conhecimento e ao pensamento – sem que se recaia no princípio de dominação. Isto é tanto mais crucial quando se observa que os ditos países emergentes passam por uma onda, ao menos quantitativa, de inclusão educacional. Em suma: qual educação (e filosofia) desejamos para o futuro?
Educação, Ética e Política na Contemporaneidade
Programação
2 de dezembro - PUC-Rio
Auditório K102, prédio Kennedy
Rua Marquês de São Vicente 225, Gávea
3 de dezembro - IFCS/UFRJ
Salão nobre, IFCS
Largo do São Francisco s/n, Centro
Promoção: NuFFC, PPGF-UFRJ, PUC-Rio, Consulado Geral da França no Rio, Delegação para o Cone sul e o Brasil do Ministério das Relações Exteriores da França.
email: coloquio.nuffc2013@gmail.com
2 e 3 de dezembro de 2013
É com satisfação que anunciamos o colóquio internacional Educação, Ética e Política na Contemporaneidade.
O Colóquio contará com mesas de comunicações de pós-graduandos
Os interessados devem enviar propostas de comunicação até dia 15 de outubro de 2013 (terça-feira) para o endereço: coloquio.nuffc2013@gmail.com
As propostas devem conter:
• título
• resumo (com no máximo 1500 caracteres), com até cinco palavras-chave.
• titulação e filiação institucional.
As comunicações serão de 20 minutos cada. As inscrições são gratuitas e haverá emissão de certificados.
Trata-se iniciativa do NuFFC (Núcleo de filosofia francesa contemporânea/PPGF-UFRJ)
com apoio da PUC-Rio, UFRJ, Maison de France e Delegação para o Cone sul e o Brasil do Ministério das Relações Exteriores.
O Colóquio contará com a participação de:
Patrice Vermeren ("key speaker", diretor do departamento de filosofia de Paris 8), Susana Villacicencio (UBA), Ricardo Viscardi (UDELAR), Claudia Murta (UFES), Laurence Cornu (Tours), Carlos Ruiz-Schneider (Universidade do Chile), Ricardo Espinoza (PUCV), Pamela Soto (PUCV), Aurore Jacquard (Paris 8), Lousie Ferté (Paris 8), Paulo Cesar Duque-Estrada (PUC-Rio), Walter Kohan (UERJ), Leonardo Maia (UFRJ), Gustavo Chataignier (PUC-Rio), Rodrigo Nunes (PUC-Rio), Filipe Ceppas (UFRJ), Rafael Haddock-Lobo (UFRJ), Norman Madarazs (PUC-RS).
Comissão Organizadora
Filipe Ceppas (Faculdade de Educação-UFRJ e PPGF/UFRJ)
Gustavo Chataignier Gadelha (Departamento de Comunicação/ PUC-Rio; pesquisador associado do Departamento de Filosofia de Paris 8)
Leonardo Maia (Faculdade de Educação-UFRJ)
Em um momento onde o tempo se insinua com rupturas (sem contudo evidenciar uma forma de continuidade) em relação à ordem estabelecida, a relação entre ética, política e educação se dá a pensar. Não tanto enquanto um “objeto”, mas como uma interpelação – e vital. O pensamento francês desempenha um papel central no que concerne às questões contemporâneas da integração de diferenças culturais (a filosofia da diferença), bem como no que diz respeito às questões políticas daí decorrentes (a ideia de uma democracia sempre porvir). Se os contextos histórico e político impõem reconfigurações relativas ao poder instituído, a filosofia, por seu turno, trabalha há muito na crítica do princípio identitário. Suas “regras” não são construídas senão ao ritmo de encontros. Tal assertiva dirige um apelo renovado à ética. Primeiramente, a ética se demonstra necessária, talvez mais do que nunca, posto que não se resume em afirmar a contingência das experiências – mas, em um só tempo, também procura abrir a filosofia ela mesma ao devir. Em segundo lugar, a educação atravessa a filosofia como capacidade de se legar ao outro, o que torna efetiva a marca da ética. É, portanto, legítimo questionar-se a respeito do papel da educação na desnaturalização do tempo presente, em nome da experiência do outro e com o outro. Finalmente, que se pense, relativamente às questões de ordem pedagógica, por exemplo, nos esforços, sempre tensos, de universalização do acesso ao conhecimento e ao pensamento – sem que se recaia no princípio de dominação. Isto é tanto mais crucial quando se observa que os ditos países emergentes passam por uma onda, ao menos quantitativa, de inclusão educacional. Em suma: qual educação (e filosofia) desejamos para o futuro?
Educação, Ética e Política na Contemporaneidade
Programação
2 de dezembro - PUC-Rio
Auditório K102, prédio Kennedy
Rua Marquês de São Vicente 225, Gávea
3 de dezembro - IFCS/UFRJ
Salão nobre, IFCS
Largo do São Francisco s/n, Centro
Promoção: NuFFC, PPGF-UFRJ, PUC-Rio, Consulado Geral da França no Rio, Delegação para o Cone sul e o Brasil do Ministério das Relações Exteriores da França.
email: coloquio.nuffc2013@gmail.com
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